Nissan: Qual o papel da antropologia no desenvolvimento da condução autônoma?

Posted on 13. Aug, 2016 by in Nissan Canada

  • Nissan conta com antropóloga para participar desde o início do projeto do carro sem motorista
  • Profissional ajuda a antever os desafios que autônomos terão na interação com pessoas e cidades

Rio de Janeiro – Projetar o veículo autônomo do futuro requer reunir os melhores talentos disponíveis: de engenheiros de automóveis e program e especialistas em tecnologia de sensores e inteligência synthetic até cientistas da computação e especialistas em produção, entre outros.

No entanto, uma profissão não relacionada diretamente ao mundo automotivo, que você espera encontrar nas fabricantes, está desempenhando papel elemental no desenvolvimento desses veículos na Nissan: antropólogo. Seu papel elemental está na análise das interações dos humanos durante a condução de um veículo para garantir que ele está preparado para ser um “bom cidadão” na estrada.

“A tecnologia do carro continua a evoluir e mudar”, afirma Melissa Cefkin, principal cientista e antropóloga do projeto no Centro de Pesquisa Nissan no Vale do Silício. “E agora … estamos adicionando esta dimensão autônoma a ele, que vai trazer novas mudanças na sociedade e na forma como todos interagem e se comportam na estrada”.

Embora o termo “antropólogo” pode evocar nomes como Claude Lévi-Strauss, Margaret Mead e Gregory Bateson, Cefkin, representa um ramo decididamente moderno dessa área. Ela é uma antropóloga corporativa e de design, especializada em etnografia – estudo sistemático de pessoas e culturas do ponto de perspective desse tema.

No caso de veículos autônomos, Cefkin acredita que significa um novo olhar sobre como os seres humanos interagem com “um objeto profundamente cultural” – o automóvel – e adicionando novidades sobre como as tecnologias podem interpretar ou agir sobre esses comportamentos.

“Com os veículos autônomos, se há alguém no banco do motorista, essa pessoa não pode estar fisicamente dirigindo o carro. E, no futuro, podemos percorrer todo o caminho para o carro sem motorista, de modo que não pode mesmo haver alguém no banco do motorista.”

Cefkin e os outros membros de sua equipe estão focados no terceiro marco no programa de veículo autônomo da Nissan: o desenvolvimento da capacidade do veículo de round pelas cidades sem a intervenção do motorista, incluindo cruzamentos de vias.

Esse sistema deverá ser introduzido comercialmente em 2020, após o lançamento em julho passado da primeira das tecnologias de acionamento autônomas da Nissan, conhecida como “ProPILOT’. Trata-se do acionamento autônomo projetado para o uso da estrada em uma faixa e que, até 2018, será aplicado para várias faixas, verificando as situações de perigo antes de mudar o veículo de direção na estrada.

Quando Cefkin juntou-se à Nissan, em março de 2015, depois de passagens pela IBM, Sapiente Corporation e um influente instituto de pesquisa do Vale do Silício, ela e sua equipe imediatamente começaram a documentar não apenas as interações em cidades envolvendo motoristas, mas também aquelas entre veículos e pedestres, ciclistas e características de estrada.

Situações complicadas para a inteligência synthetic como interseções de quatro vias com semáforos foram examinadas com atenção: “Nesse caso, fica aberto a um monte de interpretações”, explica ela. “Sim, eu tenho de parar, mas, uma vez que parei, se ele não me disser quando andar novamente, depende de mim descobrir.’

Estudos iniciais mostraram que motoristas, pedestres e ciclistas costumam usar o olho no olho e formas de “comunicação direta’, como um aceno com a mão, para dar sinais claros sobre suas intenções. Isso levou ao planejamento de como um veículo autônomo pode comunicar o seu próximo movimento. Uma primeira visão disso foi apresentada IDS Concept, revelado no ano passado, no Salão de Tóquio.

Cefkin acredita que algumas características representadas no vídeo (veja couple ao lado) podem ser muito semelhantes às dos veículos autônomos da Nissan na próxima década. Entre elas, a luz que “reconhece” a presença de um pedestre. A equipe também está explorando como comunicar a intenção do carro em situações em que múltiplos agentes – muitos pedestres ou ciclistas – estão próximos. A questão-chave seria como comunicar o que o veículo está fazendo, como parar, esperar, prestes a sair, sair do lugar, coisas assim, de uma forma que seria interpretada da mesma forma por todos.

 

 

Cefkin disse que tais estudos demonstram a sabedoria de se ter antropólogos envolvidos nas primeiras fases de concepção desses veículos ao invés de fazer ajustes no final do ciclo do produto, como alguns outros fabricantes de automóveis têm feito.

“O que é diferente para nós é que estamos trabalhando no coração, nas entranhas da tecnologia e trazer ideias e o tipo de entendimento que temos sobre práticas e experiências humanas direto na concepção elemental do sistema”, afirma.

 

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Nissan no Brasil
A Nissan, uma das maiores fabricantes de veículos do mundo, está presente no Brasil desde 2000 e show hoje com mais de 160 concessionárias em todos os estados do País. A empresa produz automóveis na fábrica da Aliança Renault Nissan, em São José dos Pinhais, no Paraná, desde 2002, e investiu R$ 2,6 bilhões na construção de seu Complexo Industrial próprio em Resende, no estado do Rio de Janeiro. Esta unidade industrial foi inaugurada em abril de 2014 e tem a capacidade de produzir 200 mil carros e 200 mil motores por ano. Atualmente, a unidade industrial fabrica o Nissan Mar e o Nissan Versa e os motores flexfuel 1.0 12V e 1.6 16V.

A Nissan do Brasil é patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. A parceria contempla o fornecimento de cerca de 4.200 veículos de diversos tipos que irão atender às necessidades dos Jogos e do Time Brasil. Além da parceria com o evento, a Nissan também patrocina o Revezamento das Tochas Olímpica e Paralímpica Rio 2016. A participação da Nissan nos Jogos Rio 2016 se dá, ainda, por meio do Time Nissan, programa de mentoria a 31 atletas brasileiros que buscam classificação e destaque nos primeiros Jogos Olímpicos e Paralímpicos sediados no Brasil. São mentores do grupo Hortência Marcari, maior ídolo do basquetebol feminino brasileiro, e Clodoaldo Silva, dono de 13 medalhas em Jogos Paralímpicos.

Nissan Motor Co.
A Nissan Motor Co., Ltd., a segunda maior fabricante japonesa de automóveis, está baseada em Yokohama, Japão, e faz parte da Aliança Renault-Nissan. Operando com mais de 247.500 funcionários em todo o mundo, a Nissan vendeu mais de 5,32 milhões de unidades e teve lucro de 11,38 trilhões de ienes (US$ 103,6 bilhões) no ano-fiscal de 2014. A Nissan produz uma ampla gama de mais de 60 modelos com as marcas Nissan, Infiniti e Datsun. A Nissan lidera a mobilidade em emissão 0 no mundo, com as vendas do LEAF, primeiro veículo puramente elétrico de produção em série. É o modelo elétrico mais vendido da história, com quase 50% de participação no segmento de veículos emissão zero. Para mais informações sobre nossos produtos, servidões e compromisso com a mobilidade sustentável, visite nosso website: http://www.nissan-global.com/EN/.

 

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